Enseñanza Superior en tiempos de crisis: la gestión académica bajo la perspectiva del pensamiento complejo
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Palabras clave

Gestión académica
Pensamiento complejo
identidad docente
Educación superior
Metodologías activas
Formación docente Academic management
Complex thinking
Higher education
Active methodologies
Teacher training Gestão acadêmica
Pensamento complexo
Educação superior
Metodologias ativas
Formação docente

Cómo citar

Fossatti, P., & Vaz, D. (2026). Enseñanza Superior en tiempos de crisis: la gestión académica bajo la perspectiva del pensamiento complejo. Riaices, 8(1), 9–17. https://doi.org/10.17811/ria.8.1.2026.9-17

Resumen

Este artículo presenta una reflexión teórica sobre los desafíos de la gestión académica en la educación superior, fundamentada en los presupuestos del pensamiento complejo de Edgar Morin. A través de un enfoque cualitativo, de carácter teórico-reflexivo y basado en una revisión bibliográfica crítica, se analiza la inadecuación de los modelos tradicionales de gestión universitaria, centrados en la previsibilidad y el control, frente a las exigencias de la universidad contemporánea. El texto se estructura en tres ejes: la transición paradigmática hacia la complejidad en la educación superior, según lo discutido por Kuhn (2006) y Morin (2011); la reinvención de la gestión mediante la agilidad y la innovación bajo la ética del cuidado de Nel Noddings (2012); y los impactos de estas transformaciones en la enseñanza, con énfasis en la cultura digital, las metodologías activas y la formación continua docente. El estudio indica que la gestión académica, al estar orientada por un enfoque ético, dialógico e integrado, fortalece a la universidad como espacio formativo y socialmente comprometido. Se concluye que las prácticas colaborativas y sensibles deben materializarse en la escucha activa de la comunidad, en la coautoría de los procesos pedagógicos y en políticas de formación docente continua que integren la subjetividad de los sujetos con la racionalidad técnica, promoviendo una educación más humana y conectada con las incertidumbres del presente.

https://doi.org/10.17811/ria.8.1.2026.9-17
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